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| POETICÍDIO? Só inda à Mostra "Em cada Esquina um Poeta" na Pinacoteca do Estado - que fica em cartaz até 31/5 - para saber... |
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| Convite à Todo@s: hoje, 10/5, 19h na Pinacoteca do Estado/RN Lançamento da #Preá23 +Expo "Em cada Esquina um Poeta |
Serviço
Lançamento da Revista Preá
Dia 10 de maio, 19h
Pinacoteca do Estado
Praça Sete de Setembro, Centro, Natal-RN
Entrada gratuita.
O Governo do Estado do Rio Grande do Norte através da Secretaria Extraordinária de Cultura lança na terça-feira (10) a 23ª edição da Revista Preá. O lançamento ocorre na Pinacoteca do Estado, às 19h. Durante o evento, haverá também a abertura da exposição “Em Cada Esquina Um Poeta” dos fotógrafos Giovanni Sérgio e Giovanna Hackradt.
O editor é o jornalista Mário Ivo Cavalcanti.
O editor é o jornalista Mário Ivo Cavalcanti.





2 comentários:
O VERBO DESENCARNADO
(...) Os "poetas malditos" não são uma criação do romantismo: são o fruto de uma sociedade que expulsa aquilo que não pode assimilar. A poesia nem ilumina nem diverte ao burguês. Por isso desterra o poeta e transforma-o em um parasita ou um vagabundo. Daí também que os poetas não vivam, pela primeira vez na história de seu trabalho. Seu labor não vale nada e este não vale nada traduz-se precisamente em um não ganhar nada. O poeta deve buscar outra ocupação - desde diplomacia até o roubo - ou perecer de fome. (...)
¬ Octavio Paz
Sabe qual a História dessa foto?
É mais ou menos assim: Giovanni & Giovanna Hackradt Rêgo fizeram uma pesquisa sobre mim, consultando opiñiões diversas... E ficou um 'substrato' do apanhado: quem gosta de Civone, gosta bastante... Quem não gosta a odeia tanto ao ponto de deseja-la morta... Matada(s)... Daí, eles resolveram para o Ensaio Fotográfico "Em cada esquina um poeta" cometer um POETICÍDIO comigo...
Eles sabem, eu sei e algumas pessoas a mais também: mato-me a mim mesma... Matam-me também com certa frequência até... E eis que além de poeta, sou Fênix... E ainda vou mexer muito na poeira das almas de muita gente... AINDA! Ninguém vai ter que me engolir... Mas eu própria me degiro... Renasço de mim... E sei, estou na prorrogação desta vida... Eu vi mesmo a cara da Vida e ela está VIVA! VÍVIDA aaim como eu!
À quem de destrata entrego flores... E inda não são do além-túmulo... Xananas talvez! São simples como essa poetinha-artistinha aqui:
^cm
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